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O ENEM está chegando

ENEM 2016: ESTÁ CHEGANDO A HORA INSCRIÇÕES: 9 a 20 de maio As inscrições do ENEM 2016 iniciam em 09 de maio e o MEC resolveu inovar. ...

quinta-feira, 28 de abril de 2016

ENEM 2016 - A Redação

Guia de Redação do Enem

Entenda as competências avaliadas na Redação do Enem

Competência I – Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita

A primeira competência cobrada é o domínio de gramática e estética textual. O candidato deve conhecer o uso da norma padrão da língua portuguesa e suas aplicações. Serão observados os conhecimentos sobre todas as regras gramaticais, levando em consideração critérios relacionados á ortografia, regência, concordância e semântica.

O que será avaliado?

1.     Diferença entre a modalidade oral e escrita;
2.     Atenção á ortografia e as regras gramaticais;
3.     Estética geral do texto e o respeito ao número de linhas;
4.     Ausência de marcas da oralidade;
5.     Precisão vocabular;
6.     Colocação das letras maiúsculas e minúsculas;
7.     Divisão silábica na mudança de linha (translineação).

Competência II – Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

A segunda competência cobrada na Redação do Enem é a compreensão da proposta. Aqui o candidato precisa entender o tema a ser desenvolvido, organizar as ideias e aplicá-las em um texto. Para isso é preciso ler o tema com bastante atenção, para conseguir relacionar outras áreas do conhecimento e provar que sabe o que é um texto dissertativo.

O que será avaliado?

1.     Compressão da proposta: evite ficar preso aos textos motivadores, não os copie, mas também não deve ignorá-los;
2.     Conhecimento sobre outras áreas, como, por exemplo, literatura, biologia, cinema, biotecnologia, entre outras;
3.     Se o aluno sabe estruturar uma texto dissertativo.

Competência III – Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Na terceira competência é cobrado se a argumentação do candidato é feita com base em fatos concretos para defender seu ponto de vista. Tudo que será escrito na Redação do Enem precisa estar fundamentado em algo verdadeiramente comprovado e real. O aluno pode usar dados estatísticos, analogias, metáforas (comparações), fatores com causa e consequência, enumerações e citações.

O que será avaliado?

1.     Progressão qualitativa (relação de sentido entre as partes do texto);
2.     Ordem lógica entre as ideias apresentadas;
3.     Coerência: adequação entre o conteúdo do texto e o mundo real;
4.     Encadeamento de ideias: cada parágrafo apresente informações novas, coerentes com o que foi apresentado anteriormente, sem repetições ou saltos temáticos.

Competência IV – Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação

Nessa competência, será avaliado se o candidato sabe escrever um texto coeso. Como na redação do Enem é exigido um texto dissertativo-argumentativo, as ideias precisam, além de serem sólidas, estar bem articuladas e organizadas por meios de parágrafos bem elaborados. A utilização de conectores deve ser explícita, ligando os argumentos e parágrafos, evitando repetições.

O que será avaliado?

1.     Estruturação dos parágrafos: Em um texto dissertativo-argumentativo, o parágrafo é formado por uma ideia principal á qual se ligam as ideias secundárias;
2.     Estruturação dos períodos: Os períodos de um texto dissertativo são, normalmente, estruturados de modo complexo, formados por duas ou mais orações, para que se possam expressar as ideias de causa-consequência, contradição, temporalidade, comparação, conclusão, entre outras.
3.     Use de referências: Os lugares, pessoas, coisas, dados, informações e fatos quem são introduzidos devem ser retomados, á medida que o texto vai progredindo. Referências podem ser expressas por meio de pronomes, advérbios, e artigos.

Competência V – Elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural.

A competência cinco é a mais importante, pois a elaboração de uma solução do problema proposto é a mais criteriosa entre os corretores e onde os alunos possuem mais dificuldade.

O candidato deve ter levantado alguns aspectos voltados para uma problemática, para um fato passível de ser solucionado. Ao concluir seu texto, deve-se apresentar uma solução para o que foi discutido ao longo da redação.

A proposta de intervenção deve ser detalhada de modo a permitir ao leitor o julgamento sobre sua exequibilidade, portanto, deve conter a exposição da intervenção sugerida e o detalhamento dos meios para realizá-la. Além disso, é preciso considerar os pontos abordados durante o desenvolvimento do texto e meter coerência com os argumentos utilizados, já que expressa a sua visão, como autor, das possíveis soluções para a questão discutida.

O que será avaliado?

1.     Presença de proposta;
2.     Detalhamento dos meios para realização da solução proposta;
3.     Possibilidade de ser executada: A solução que eu apresento é viável?
4.     Respeito aos Direitos Humanos: A intervenção não pode ferir valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural.

Conclusão

O Guia de Redação do Enem, descrito acima foi feito com base no Guia do Participante: A redação no Enem 2013, divulgado pelo MEC (Ministério da Educação) e comentários de professores e especialistas de cursinhos preparatórios. Além das dicas acima, você também pode conferir 10 passos para uma Redação nota 1000aqui no Foco no Enem.

Não se esqueça de deixar um comentário sobre o que achou e compartilhar com os amigos nas redes sociais! Se tiver alguma dúvida, comente que responderemos o mais rápido possível!


ENEM 2016 a corrida por uma vaga nas Universidades do país

Guia do Participante Redação Enem 2016
O Guia do Participante do Enem 2016 é um manual técnico onde os participantes tomarão conhecimento do seu conteúdo e informações como:
§  Matriz de referencia e detalhamento de todas as 5 competências avaliadas
§  Recomendações sobre propostas de Redação
§  Processo de correção detalhado
§  Exemplos de Redações que receberam nota 1000
§  Dicas de leitura


O Inep disponibiliza o Guia do Participante Enem 2016 em formato de PDF http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/guia_participante/2013/guia_do_participante_notas.pdf. Não é disponibilizada a versão física do documento, apenas sua versão digital, que pode ser impressa pelos participantes do Exame.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

SUGESTÃO DE LEITURA para o ENEM

Leitura sugerida para o ENEM 2016

·      “Agosto” – Rubem Fonseca
·      “Poesia completa” – Carlos Drummond de Andrade
·      “A Hora da Estrela” – Clarice Lispector
·      “Estrela da Vida Inteira” – Manuel Bandeira
·      “Grande Sertão: Veredas” – Guimarães Rosa
·      “Capitães da Areia” – Jorge Amado
·      “Manifesto da Poesia Pau-Brasil” – Oswald de Andrade
·      “Triste Fim de Policarpo Quaresma” – Lima Barreto
·      “Os Sertões” – Euclides da Cunha
·      “Memórias Póstumas de Brás Cubas” – Machado de Assis






O ENEM está chegando

ENEM 2016: ESTÁ CHEGANDO A HORA
INSCRIÇÕES: 9 a 20 de maio

As inscrições do ENEM 2016 iniciam em 09 de maio e o MEC resolveu inovar. Para anunciar o início das inscrições o MEC usou como divulgação o Game of Thrones, uma série americana criada por D. B. Weiss e Davd Beinof adaptada dos livros de George R. R. Martin, reunidos na série de Crônicas Gelo e Fogo composta por 07 volumes. Está é a divulgação do MEC:

 MEC posta no Twitter imagem inspirada em Game of Thrones. (Foto: Reprodução/Twitter)

As inscrições começam no dia 09 de maio e encerram no dia 20 de maio. A taxa de inscrição será de R$ 68,00 e poderá ser paga até às 21h59 do dia 25 de maio de 2016 através da GRU (guia de recolhimento da União). O pagamento poderá ser efetuado em qualquer agência bancária, correios ou casa lotérica.

A isenção é para estudantes que se declare carente, que conclua o ensino médio em 2016 ou esteja matriculado em escolas públicas.

As provas serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro. No sábado (5) serão as provas de ciências humanas e ciências da natureza. No dia 6 (domingo), será a vez das provas de linguagens, códigos, tecnologia, redação e matemática. Nos dois dias as provas iniciarão às 13h30 com portões abertos às 12h e fechados às 13h. No dia 5 as provas terão duração de 4 horas e 30 minutos e no dia 6, 5 horas e 30 minutos.

Este ano, para auxiliar na preparação o MEC lançou uma plataforma on line de estudo chamada Hora do ENEM que terá aplicação de simulado no dia 30 de abril. Para realizar o cadastro basta acessar o link: 


SEGURANÇA PÚBLICA E INSTITUIÇÕES CONSTITUCIONAIS

SEGURANÇA PÚBLICA E INSTITUIÇÕES CONSTITUCIONAIS

A Segurança Pública, sempre figurou como requisito essencial para o Estado manter a ordem pública. A Constituição Federal declara em seu texto, que a Segurança Pública é dever do Estado e direito de todos.

As taxas de criminalidade, a insegurança, e a certeza de impunidade criam incertezas e obrigam a sociedade a reagir.

O trabalho operacional das instituições de Segurança Pública reafirma a necessidade de proteção e manutenção da ordem através de mecanismos que possibilitem fortalecimento e fim da violência.

A reforma na Segurança Pública do Brasil é tema discutido nas várias unidades federativas e visa encontrar meios para sanar possíveis inconstâncias governamentais e arestas na instituição.

HISTÓRIA DA SEGURANÇA PÚBLICA

Os policiais são responsáveis por manter a ordem pública através do trabalho preventivo de combate à criminalidade. As operações realizadas em detrimento da regularização e estabelecimento da segurança pública estão caracterizadas pela formação de batalhões responsáveis por fatos diversos de instabilidade e violência coletiva.

A ordem pública necessita de cuidados para estabelecer a sensação de paz. A prevenção da violência gera a harmonia na convivência e torna a sociedade responsável também pela segurança coletiva.

Para Pedro Lenza Segurança Pública é a “preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”. (LENZA, 2010, p. 95). Entende-se por Segurança Pública a efetiva garantia de proteção que o Estado proporciona à sociedade.

A Segurança Pública no Brasil encontra em sua história desafios que estabelecem uma maior participação popular e a restituição de direitos individuais em detrimento da liberdade de todos.

Plácido e Silva estabelece em sua obra uma Segurança Pública voltada para o afastamento, por meio de organizações próprias, o responsável de todo perigo ou de todo mal que possa afetar a Ordem Pública, em prejuízo da vida, da liberdade ou dos direitos de propriedade do cidadão. A Segurança Pública, assim, limita as liberdades individuais, estabelecendo que a liberdade de cada cidadão, mesmo em fazer aquilo que a lei não lhe veda, não pode ir além da liberdade assegurada aos demais, ofendendo-a. (SILVA, 1963, p. 67).

A divisão de grupos marca o início da civilização e estabelece o poder e a obediência dos povos através do governado e do governante que assumem o desempenho de suas atividades no serviço público em geral. Para Platão, em sua obra A República refere-se ao povo como merecedor do seu governante, em outra passagem afirma que a impossibilidade do indivíduo bastar em si faz nascerem às cidades. (PLATÃO, 1985, p. 70).

A segurança pública dos governados estaria ligada a uma segurança interna garantida através da soberania nacional já que a Segurança Pública deve ser exercida por servidores (o Estado) para garantia da cidadania.

Segundo Durkheim, a representação coletiva [...] traduz a maneira como o grupo se pensa em suas relações com os objetos que o afetam. Para compreender como a sociedade representa a si própria e ao mundo que a rodeia, precisamos considerar a natureza da sociedade, e não a dos indivíduos. Os símbolos com que ela se pensa mudam de acordo com sua natureza [...]. Se ela aceita ou condena certos modos de conduta, é porque entram em choque ou não com alguns de seus sentimentos fundamentais, sentimentos estes que pertencem à sua constituição. (DURKHEIM, 1978, p. 79)

O surgimento da polícia no século XIX como estrutura pública e permanente, com propósito de manter a ordem pública e à garantia da segurança pública apresenta objetivos como a missão de administrar as revoltas populares, garantia protetiva do Estado à sociedade e manutenção da ordem pública em desfavor de violações e ilícitos em geral.

O Sistema de Segurança Pública no Brasil compõe-se em âmbito federal da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Ferroviária Federal, no estado as Polícias Civis, Polícias Militares, Corpos de Bombeiros Militares e as Guardas Municipais. A inclusão da Guarda Municipal se dá após a PEC 534 que amplia a função da Guarda Municipal.

A segurança pública, exercida por meio das polícias, é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos como rege o artigo 144 da Constituição de 1988. A ineficiência estatal quando se fala em segurança pública descaracteriza o fato de ser este direito fundamental participante do direito difuso.

O dicionário define “segurança pública” como aquilo que está fora de perigo e aquilo que pertence ou é destinado ao povo, à coletividade. (CUNHA, 1986, p. 711). Pedro Lenza, afirma que a Segurança Pública é a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. (LENZA, 2007, p.643).

Segurança Pública é um conjunto de ações realizadas pelo estado, que preserva e restaura o cotidiano do indivíduo, buscando o bem estar coletivo. Tais ações são voltadas para a coletividade, mas não excluem o particular. A manutenção das normas que regulam o convívio em sociedade garante o direito à liberdade e a propriedade, bem como identificam o dever poder do Estado no cuidado ao indivíduo cidadão.

No Brasil, a Segurança Pública nasceu em 1808, quando a Família Real Portuguesa chega às terras brasileiras. As polícias foram estruturadas no período imperial com a criação da Intendência de Polícia da Corte. A Divisão Militar da Guarda Real de Polícia e da Intendência de Polícia do Brasil foi criada no século XIX.

A Constituição Federal de 1988 traz em seu texto os direitos individuais, coletivos e sociais sem mudanças na estrutura institucional da segurança, formando grupos responsáveis pela segurança do cidadão e combate à violência através da determinação de que a União deverá zelar pela Segurança Pública com o apoio da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Ferroviária Federal, e aos Estados, com as Polícias Civis, Polícias Militares e Corpos de Bombeiros, a manutenção da segurança pública no país. Cada entidade ficará responsável pelo cuidado ostensivo, preventivo e investigativo com a possibilidade dos Estados e Municípios criarem guardas que serão responsáveis por cuidar dos bens e serviços destes.
Paulo Bonavides afirma que [...] o Estado Liberal sempre patrocinou uma compreensão estritamente jurídica da Constituição, vazada talvez na crença de que a solução do problema da liberdade fora alcançada com as revoluções do liberalismo, não havendo, por conseguinte, razão de questionar a legitimidade dos valores estabelecidos. (BONAVIDES, 2008, p. 331).


Com o fim das guardas ou milícias como ficaram conhecidas, surge em 1824 a primeira Constituição do Brasil que revolucionou a Segurança Pública e criou as chamadas Guardas Nacional ou Exército.

A Carta de 34 trouxe a segurança como garantia individual do cidadão enquanto que a Constituição de 1937 centralizou poderes, estendeu o mandato presidencial para seis anos, reintroduziu a pena de morte e eliminou o direito de greve. Na Constituição de 1946, o constituinte, inseriu no texto constitucional ensejos da população com o intuito de garantir uma sociedade livre e democrática, alocando novas atribuições às policias militares. A Constituição de 1967 institucionalizaria os objetivos da revolução de 1964 preservando o regime, o combate á corrupção e a retomada do desenvolvimento. Deu-se ênfase a segurança nacional tornando-a responsável e competente por planejar e preservar a Constituição através de órgão próprio.

A Constituição Federal de 1988 estabelece a necessidade de uma segurança como direito de todos e dever do Estado buscando por fim no regime militar e estabelecendo ampla liberdade política, de imprensa e equilíbrio entre os poderes.

Com a globalização, surge a necessidade de uma reforma na segurança pública. As Entidades estatais, comunidade e sociedade passam a contribuir para uma efetiva mudança.

A inclusão de procedimentos e o estabelecimento de uma organização institucional buscam a funcionalidade dos órgãos responsáveis pela Segurança Pública e entendem que é preciso descentralizar a obrigação de prevenção e proteção formando uma Revolução político-militar.

Luiz Eduardo Soares afirma que a combinação de matrizes criminais fortalece o crime, mas possibilita a adoção de políticas mais eficazes no combate ao crime. Luiz Eduardo Soares diz ainda que Os princípios regentes do diagnóstico e das propostas são redutíveis a uma equação simples: eficiência policial e respeito aos direitos humanos são mais do que meramente compatíveis entre si, são mutuamente necessários. (SOARES, 2006, p. 92-100).

A definição de criminalidade enfrenta grande polêmica já que o termo envolve outros que desencadeiam situações hostis e infracionais. A criminalidade é um conjunto de infrações que produzem em um tempo e lugar através de condutas ilícitas um conjunto de ações que interfere de forma negativa na segurança pública.

O dicionário da língua portuguesa define criminalidade como um conjunto de atos criminosos cometidos em um meio dado: a criminalidade tende a crescer nas cidades superpovoadas. (FERREIRA, 2010).

O crime é a transgressão da lei, são atos realizados por delinquentes com baixo intelecto. Sociólogos entendem que a prevenção da criminalidade é algo que depende de fatores sociais que motivarão ocorrências diversas. (VERGARA, 2002, p. 10). O Brasil possui uma segurança pública ostensiva das instituições policiais militares com intervenções estratégicas evitando práticas antissociais.

A preservação da ordem pública influencia o modo de intervenção policial e pode identificar a “intervenção policial reativa”, provocada pelo cidadão na busca de socorro, informações, orientações ou atendimento e a “intervenção policial proativa” caracterizada pela abordagem policial, de iniciativa do agente.

A Segurança Pública e a Sociedade quando realizam abordagens conjuntas, buscam modificar as ações policiais e implantar medidas de segurança com base no comportamento da população.

O indivíduo inserido em um grupo social e político faz parte das decisões inerentes à segurança e bem estar coletivo e nesse estágio é possível identificar o cumprimento da Constituição Federal de 1988.

A responsabilidade da Segurança Pública segundo a Constituição Federal é de todos inclusive da sociedade. A comunidade tem obrigação de zelar por sua segurança. As políticas públicas compõe elemento essencial no desenvolvimento das atividades de um governo.

A conquista de direitos não afastou a insegurança e a violência, mesmo as garantias sociais instituídas através do texto Constitucional não é capaz de impor segurança e ordem social.

O aumento da criminalidade e incitação à violência baseiam-se na certeza de impunidade e desconhecimento dos deveres constitucionais do Estado e do Cidadão. O policiamento democrático é um projeto modelo desenvolvido com o apoio da comunidade, que auxilia no combate a violência e crimes de pequeno e médio porte. Por certo que o envolvimento da sociedade é essencial para eficácia das ações desenvolvidas pelos órgãos de segurança pública.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANDREUCCI, Ricardo Antônio. Legislação penal especial. Saraiva, 2009.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Minidicionário da Língua Portuguesa. 8ª ed. rev. e atual. imp. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.


LENZA, Pedro. Direito Constitucional esquematizado. 15ª ed. São Paulo: Saraiva 2011.

PLATÃO. A República. Clássicos Garniei da Difusão Europeia dirigida por Vítor Ramos. Tradução de Guinsburg 1º volume. São Paulo: Difusão Europeia. 1965.

SOARES, Luiz Eduardo. Estudos Avançados – Segurança Pública presente e futuro. Rio de Janeiro: Editora Atlas. 2006.

WALKMER, Antônio Carlos. História do Direito no Brasil. Rio de Janeiro: Forense, 1998, p. 109.






Administração de Empresas: MARKETING PESSOAL NA ECONOMIA

MARKETING PESSOAL NA ECONOMIA

DEFINIÇÃO DE MARKETING PESSOAL

Marketing pessoal é uma ferramenta utilizada por quaisquer profissionais que queiram alcançar o sucesso. O marketing pessoal é o conjunto de atitudes que um profissional pode aprender para saber como portar-se. É uma estratégia atual cujo objetivo é orientar os profissionais de qualquer categoria a manter sua posição no emprego que têm ou a conquistar nova posição no mercado de trabalho, utilizando técnicas adequadas e atuais, que sejam esclarecidas, competitivas e levem, de fato, à vitória desejada. Essas técnicas incluem sua formação profissional, experiência, boas apresentação de seu currículo até sua forma de vestir, de falar, sua postura, sua entrevista com o selecionador, seu comportamento pessoal. O marketing pessoal é fundamental para o sucesso em tudo na vida.

VOCÊ ACHA IMPORTANTE A APARÊNCIA DENTRO DA EMPRESA?

Sim. É inegável que a promoção e o crescimento dentro de uma organização dependem não apenas da competência, mas de como os outros nos avaliam. O comportamento do indivíduo dentro da instituição implica no respeito e crescimento. Assim um ponto importante a ser avaliado é nos casos de desempate entre candidatos com níveis equivalentes, a organização irá optar por aquele que possuir conhecimento técnico, mas que adequar-se às necessidades comportamentais e de marketing pessoal.
Em pesquisa feita pela Revista Você S/A ficou comprovado que quem se veste mal não tem oportunidade de mostrar competência.
Para Daniela Diniz
Numa entrevista de emprego, não tem currículo, plano de carreira e referência profissional que resistam à má impressão provocada por um terno de segunda, um decote exagerado ou uma maquiagem carregada. (DINIZ, 2010).
Em seu livro Como Conquistar Uma Ótima Posição de Gerente ou Executivo… E Dar Um Salto Importante em Sua Vida Profissional à consultora Sharon Voros afirma que embora pouca gente admita, julgamos pela aparência, mesmo sem querer. (VOROS, 2006)
Dentro do marketing pessoal o conteúdo é fundamental. Mas sua imagem com certeza pode fazer a diferença.

O VOCABULÁRIO É IMPORTANTE? POR QUÊ?

Quando nos dispomos a expressar através de palavras a nossa competência ou quando nos colocamos diante da empresa para realizar atividade que necessite de apresentação devemos fazê-lo com vocabulário culto senão refinar em palavras a forma adequada de falar. E, quando começamos a falar, a voz, o vocabulário, a linguagem, o domínio do idioma em que estamos nos comunicando, as habilidades de comunicador, a retórica (que é a construção de nosso discurso), são elementos que se agregam para formar nossa imagem pessoal.

A FORMA DE SE RELACIONAR COM O GRUPO DEVE SER FORMAL OU INFORMAL?

Conforme Maximiano (2009), toda organização constitui-se de um grupo de pessoas. Um grupo é um conjunto de pessoas que têm um objetivo comum ou que compartilha alguma característica. Os grupos são classificados em duas categorias: formais e informais. (MAXIMIANO, 2009, p.226)
Os grupos formais são aqueles criados pela administração para equipar as unidades de trabalho, ou seja, são grupos que apresentam um grau de hierarquia previamente planejada e representada no organograma da organização, desta forma é preciso adequar-se à necessidade do grupo.
A formalidade ou informalidade se dará de acordo com o momento e o grupo. O relacionamento formal ou informal com o grupo de faculdade ou trabalho será definido de acordo com o momento.

VOCÊ FAZ O MARKETING PESSOAL? COMO?

Sim. Através do convívio cotidiano, em grupos permanentes, temporários ou mesmo informal. Em outras situações, o grupo de convívio pode ser aquele de meu interesse e, portanto independem de amizades ou trabalho é formado independente de quem é parte dele o foco é o interesse comum.

Outra forma de fazer o meu marketing pessoal é a pontualidade, a naturalidade, o meu conhecimento pessoal e criatividade, são pontos importantes no marketing pessoal que procuro desenvolver.

Por: Girlaine Baduino Toledo 
Bacharel em Administração de Empresas

Administração de Empresas: MARKETING - Uma função social nas relações organizacionais

MARKETING:
Uma função social nas relações organizacionais
G. B. TOLEDO, J. M. SILVA, N. R. O. MARTINS

RESUMO

O Marketing tem por objetivo apresentar estratégias de planejamento que permitem a evolução da empresa na busca da satisfação do cliente. Aproveitar as oportunidades dadas faz parte do planejamento de toda empresa. Não haverá uma nova oportunidade se a primeira não for suficiente para causar uma boa impressão. Para alcançar o cliente, a empresa deverá investir em sua imagem de maneira a derrubar paradigmas que influenciam na fidelização deste consumidor. A criação de um projeto social voltado para captação de clientes deve obedecer a um processo de qualidade observando a desigualdade das relações interpessoais e a inserção de mudanças na forma de tratamento do indivíduo e seu grupo social. O vínculo social do indivíduo potencial cliente desta empresa deve perceber o ambiente e contexto social no qual suas atividades e estilo de vida se enquadram.

Palavras-chave: Marketing, Empresa, Consumidor, Socialização, Serviços.

RÉSUMÉ

Marketing vise à présenter les stratégies de planification
qui permettent la Société Evo -lution dans la poursuite de la satisfaction du client. Saisir les opportunités fournies partie de la planification de l' ensemble de l'entreprise. Il y aura une autre chance si la première ne suffit pas pour faire une impression. Pour atteindre le client , l'entreprise doit investir dans son image afin de renverser les paradigmes qui influencent la fidélité du consommateur. La création d'un projet social visant à l'acquisition de clients doit se conformer à un processus de qualité respectant l'inégalité des relations interpersonnelles et l'inclusion de changements dans le traitement de l'individu et son groupe social. Le lien social de perspective en individu de cette société devrait percevoir l'environnement et le contexte social dans lequel leurs activités et mode de vie en forme.

Mots-clés: Marketing, Enterprise , la consommation , la socialisation , Services.

INTRODUÇÃO


A globalização foi idealizada com propósito de criar o livre comércio entre os países estabelecendo a integração. O processo econômico e social estabelecido pela globalização visava permitir aos governos, empresas e sociedade a troca de ideias para melhorar e mudar finanças, comércio e incentivo á cultura como meio de crescimento cultural.
A globalização criou uma rede de conexões sem uma base inicial, todas as formas de crescimento da empresa e facilidade para o cidadão serviu como experiência para diminuir as relações da economia e do mercado contemporâneo.
A concorrência comercial fora vista como uma característica do mercado empreendedor e visionário. Por certo que este processo de conquistar novos mercados em busca de eficiência e baixo custo teve seu início nos primórdios da civilização, quando as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas buscavam, incentivo e investimento nas cidades.
Na globalização do século XXI, o processo produtivo encontrou local de destaque no investimento das empresas preocupadas em reduzir custos e baratear os produtos participantes de uma cadeia comercial.
A produção das mercadorias passa a ser desenvolvida a partir de várias bases. A redução de custos envolve mão-de-obra barata, matéria-prima de qualidade sem perda do foco financeiro.
Esse contato global transforma a vida de todos os cidadãos e nos remete a um mundo sem fronteiras que ver nas relações comerciais e no planejamento de marketing, a possibilidade de criar na economia negociações de nível mundial.
Além de empresas detentoras da produção e oferecimento de produtos, a globalização chega aos bancos que veem nesse comércio a possibilidade de criar sistemas de transferência de capital e comercialização de ações rápido e eficiente.
Surgem os blocos econômicos e o fortalecimento das relações comerciais entre as nações passa a ser uma realidade. Não apenas as relações comerciais e financeiras alcançam um nível produtivo e rentável, mas o cidadão adquire poder aquisitivo para viajar, acessar a internet e possuir produtos e serviços antes pertencentes a uma lista de poder.
Mas, o que isso tudo tem haver com a Função Social do Marketing nas relações organizacionais? De que forma a globalização irá influenciar no planejamento estratégico das empresas? Essa e outras indagações farão parte do desenvolvimento deste artigo.

EVOLUÇÃO HISTÓRICA


O Marketing nas empresas influencia as mudanças, e estabelece um processo de adaptação constante nas diferenças entre cliente e consumidor. Surgiu por volta de 1940 nos Estados Unidos e chegou ao Brasil na década de 50 quando todos os olhares estavam voltados para a venda, nesta época, as instituições de ensino superior aderiram à ideia de tratar o marketing como disciplina em processo de evolução incluindo nos currículos acadêmicos.
A palavra Marketing é de origem inglesa derivada do latim “mercare” que no inglês é “market” que significa mercado. Em uma tradução mais ousada o Caio César define Marketing como Mercado em Ação. (SANTANGELO, 2009)
Para Rubens Ramon Romero o marketing nas empresas é a descoberta do novo.

Sempre entendemos o processo da venda como uma ferramenta de utilização do marketing para comunicar suas estratégias, os atributos e benefícios do produto ou serviço, além de suas qualidades. Na venda impessoal, onde não há participação física do vendedor, utilizamos outros instrumentos para facilitar a venda: autosserviço, marketing direto, máquinas de venda, internet. (ROMERO, 2012, p. 01).

A doutrina afirma que a boa venda é decorrente de um profissional tecnicamente preparado, que atenda às necessidades de seu cliente observando como funciona o verdadeiro segmento estratégico de marketing.
Segundo Philip Kotler e Kevin Lane Keller (1998), o objetivo do marketing é tornar o ato de vender desnecessário, mas, por certo que as empresas sabem que a equipe de vendas, é imprescindível para efetuar a negociação do produto ou serviço.
Nesse mesmo sentido o vendedor moderno deve atuar com empenho de um verdadeiro Homem de Marketing, pois por certo se sabe que a boa venda é decorrente de um profissional tecnicamente preparado, que atenda ás necessidades do seu cliente observando os fatores de venda como verdadeiro segmento estratégico de marketing.
Toda essa informação por certo estabelece o conceito de marketing como uma forma de venda, mas o marketing não se resume apenas a este setor, o aquecimento das vendas afastava a necessidade de propagandas e estratégias para expansão dos negócios e escoamento de mercadorias, só após a guerra o marketing surgiu com força afastando a ideia de venda e propaganda.
Para Kotler (2002), marketing é uma atividade humana orientada a satisfazer necessidades e desejos através do processo de trocas. Já em 1998, o mesmo autor alterava a sua definição de marketing para um processo social e gerencial pelo qual pessoas obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros, está baseada nos conceitos centrais: necessidades, desejos e demandas, produtos, custo e satisfação, troca e transações, relacionamentos entre empresa e consumidor.
O Marketing dos anos 50 surgiu para suprir a necessidade de coordenação de processos, tomada de decisão, reorganização das finanças, logística e gestão de recursos. O planejamento estratégico de marketing deveria obedecer à satisfação do cliente e o crescimento do custo/benefício da empresa. Nesse momento não apenas a troca de mercadorias entre empresa e cliente, mas a utilização de ferramentas capazes de integrar as funções desempenhadas por cada polo da relação.
Tudo isso na verdade tem seu início quando um mercador de Tóquio decidiu vender produtos elaborados especificamente para seus clientes. Todo processo de criação era voltado para uma clientela específica. O processo contava com o desenvolvimento de produtos que atendiam a necessidade do consumidor, estoque variado e devolução do investimento em caso de insatisfação do cliente. Para Mattos

(...) a estratégia usada perpassa estímulo às indústrias que colaboravam no processo de criação e disponibilidade dos produtos. Entende-se que responsabilidade tem a ver com o poder de modificar alguma coisa, assim a organização desempenha um papel importante em todo processo de planejamento e responsabilidade social. A função social da organização tem base na missão e valores que esta determina, (MATOS, 2009, p. 54).

O tema abordado neste trabalha apresenta a função social como base do desenvolvimento estratégico e das relações organizacionais. Já se sabe que o Marketing é está voltado para estratégias de otimização do lucro e adequação da produção, oferta de mercadorias e serviços por empresas tendo como alvo o cidadão (cliente/consumidor). Neste ponto do trabalho será preciso definir os termos principais que irão identificar o marketing e sua função social.

CONCEITOS

A Função Social é usada por vários seguimentos do conhecimento na busca de cumprir pressupostos importantes no processo de responsabilidade social. A função social é o dever de ensinar, apresentar, definir e oferecer conhecimento e mudança é o processo de conscientização e fundamentação que permite a evolução em sociedade. Não há evolução sem que haja uma função social para atender a diversidade do cidadão de forma coletiva.
Originar a mudança social que melhore a qualidade de vida é o desafio das campanhas sociais e o objetivo do Marketing Social que possui uma responsabilidade social que valoriza o indivíduo, o bem-estar da comunidade, a criação de métodos, planos e incentivos que permitem uma visibilidade de excelência da empresa.
A Constituição Federal em seu artigo 5º, inciso XXIII normatiza a função social dizendo: A propriedade atenderá a sua função social. É relevante lembrar que a propriedade compreende tanto a órbita material (física), quanto imaterial (intelectual). E quando se fala em física e intelectual num obstante se traduz para a doutrina voltada para o conhecimento e aqui, este conhecimento é amplo.
Quando se destaca em uma relação social seus atores, é possível encontrar o Marketing como Sociedade de Consumo, preocupada em saciar os desejos de um grupo social atento ás mudanças.
O Marketing é um processo que busca atender a necessidade do consumidor, planejar a criação de novos produtos, serviços e programas que irão estabelecer as metas para satisfazer o consumidor de forma lucrativa estabelecendo um relacionamento que para Kotler e Keller (2002) deve ser valorizado através da evolução conceitual de marketing. (KOTLER, KELLER, 2002, p. 143).
Definir a função social do Marketing é flexibilizar as possibilidades de desmembramento desta área do conhecimento voltada para conquista. Aqui se define a função social do Marketing como responsável por originar a mudança social que melhore a qualidade de vida, esse desafio encontra respaldo no desafio das campanhas sociais e no objetivo precípuo do Marketing Social.
O marketing social citado anteriormente traduz a necessidade de inserir projetos e programas que irão aproximar consumidor e empresa em um relacionamento comercial. Assim é possível se definir o  marketing social, como o planejamento e a execução dos programas projetados para trazer a mudança aproximadamente social usando conceitos do marketing comercial. Para Duarte e Dias (1985), a Responsabilidade Social pode ser entendida de diferentes maneiras.
Pode representar a ideia de responsabilidade ou obrigação legal e ainda um comportamento responsável no sentido ético. Muitas pessoas simplesmente a equiparam a uma contribuição caridosa, ou ao sentido de ser socialmente consciente. Uns poucos a veem apenas como uma espécie de dever fiduciário. (DUARTE; DIAS, 1985, p. 68).

O Marketing Social tem como objetivo transformar a maneira pela qual um determinado público percebe uma questão social e para promoção de mudanças comportamentais visando melhorar a qualidade de vida de um segmento populacional. Nestes termos Cobra (1986) define o marketing social como intercâmbio de valores.

(...) o marketing social é conceituado como um intercâmbio de valores não necessariamente físicos nem econômicos, mas que podem ser sociais, morais ou políticos, sendo utilizado para vender ideias ou propósitos que proporcionem bem-estar à comunidade.

O surgimento do Marketing Social efetivou os objetivos da função social a que se destina o Marketing. O Marketing passa a ser usado na busca de soluções que influenciarão uma administração voltada para questões sociais.

O MARKETING NA PRODUÇÃO DE ESTRATÉGIAS

A valorização do indivíduo, o bem-estar da comunidade, os planos e incentivos voltados para criação de métodos que visem ocupar lugar de destaque nas empresas, é parte do programa de responsabilidade social que o planejamento de Marketing deve desenvolver na busca da excelência.
O Marketing como processo que trabalha com a necessidade do consumidor, o planejamento de produtos, serviços e programas para satisfazer a esse consumidor de forma lucrativa que leva a um relacionamento dos polos.
Os conceitos discutidos e apresentados no trabalho recebem críticas da doutrina que apresenta uma evolução destas definições baseadas no critério de foco de Kotler. O planejamento e a execução dos programas projetados para trazer mudança são o alvo de trabalho no tocante a experiência com o marketing comercial.
Se a empresa pretende encontrar clientes sem se preocupar com um público alvo, deverá promover mudanças comportamentais e ampliar seus programas de estratégia para alcançar suas bases em qualquer segmento populacional.
O fomento às estratégias, a reposição dos meios usados nas políticas de participação da empresa e setores diversos evidencia a tendência generalizada de impedir o rol exemplificativo da utilização do material.

O MARKETING COMO FUNÇÃO SOCIAL NAS RELAÇÕES ORGANIZACIONAL

O Marketing como função social nas relações organizacional ganha espaço e as empresas apresentam no decorrer do planejamento de marketing ações voltadas para o acompanhamento ambiental dos rejeitos e propostas que irão permitir analisar os efeitos na sociedade.
A qualidade de vida das comunidades, os valores éticos e morais que influenciam a presença da empresa na região irão contribuir para suscitar discussões que irão contribuir para o bem está local.
Elenca Melo; Froes que a Responsabilidade Social é a forma da organização se manter na comunidade dando ênfase a uma função social voltada para o coletivo.

A Responsabilidade Social busca estimular o desenvolvimento do cidadão e fomentar a cidadania individual e coletiva. Sua ética social é centrada no dever cívico (...). As ações de Responsabilidade Social são extensivas a todos os que participam da vida em sociedade – indivíduos, governo, empresas, grupos sociais, movimentos sociais, igreja, partidos políticos e outras instituições (MELO NETO e FROES, 2001, p.26-27).

Ashley (2002) afirma que responsabilidade social é toda e qualquer ação que possa contribuir para a melhoria da qualidade de vida da sociedade. Segundo Moreira (2002), a Responsabilidade Social refere-se à ética como base das ações com todos os públicos com os quais a organização pode interagir, ou seja, os seus stakeholders (clientes, funcionários, fornecedores, acionistas, governo, sociedade, meio ambiente).
Todos os conceitos e definições já apresentados aqui, referem-se a uma tecnologia da administração que associa projetos à implantação e controle de programas que auxiliam nas mudanças sociais propostas e aceitação de ideias que irão segmentar o mercado.

ANÁLISE DOS DADOS


O fato de se tratar de uma empresa de cunho familiar não impossibilita a prática do Marketing e associação da sua função social. Os aspectos econômicos e técnicos possibilitam a identificação dos pontos forte e fracos da empresa e constitui a diferenciação organizacional da empresa em comento.
A pesquisa de campo realizada esclarece o estreitamento existente entre empresa e cliente quando a declaração de valores fica clara na empresa permitindo maior relação entre os polos responsáveis pela função social do marketing.
Nos dados informados pela empresária é possível identificar a aplicação do marketing social nas atividades realizadas na comunidade onde a empresa estabelece a sua sede. A prática da função social através do marketing segundo a pesquisa de campo não apenas ajuda na divulgação da empresa, mas permite integrar à comunidade e gerar relacionamento pautado na troca. A VM utiliza-se da responsabilidade social quando gera empregos na comunidade, proporciona ruas de lazer e vinculam suas atividades as propostas da associação de moradores que recebe doações e ajuda da Pessoa Jurídica aqui representada.
A pesquisa de campo não apenas esclareceu a maneira como pequenas e médias empresas podem utilizar-se do Marketing como função social, mas apresentou projetos capazes de integrar e estreitar o relacionamento entre o cliente e a organização.
São atitudes como a apresentada na pesquisa que geram mudança e evolução auxiliando na formação de organizações enraizadas e dispostas a seguir preceitos ainda não estabelecidos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS


Portanto, sobre a responsabilidade social é possível concluir-se que é extremamente importante como conceito. A sociedade e as organizações podem refletir sobre qual a melhor forma de apresentar uma responsabilidade social.
A função social aqui trabalhada diz respeito ao tratamento consciente dos rejeitos de empresas diversas e o alcance de seus valores e missão. A função social no marketing procura criar diferenciais e estabelecer através de planejamento e programas a eliminação de problemas sociais e da carência mercadológica.
A função social do Marketing busca dirigir, confirmar e controlar mudanças que possibilitem atender as necessidades sociais na área de abrangência da organização. O Marketing Social objetiva criar uma mudança gênese, que melhore a qualidade de vida. As campanhas promovidas pelo setor de Marketing da empresa visam atingir o social. Assim a valorização do indivíduo, o bem-estar da comunidade, a criação de métodos, planos e incentivos visam a excelência da empresa.
Para Kotler e Ketler (2006) o marketing social é o planejamento e a execução dos programas projetados trazer a mudança aproximadamente social usando conceitos do marketing comercial. Conclui-se que o seu objetivo principal é transformar a maneira pela qual um determinado público-adotante percebe uma questão social deseja promover mudanças comportamentais visando melhorar a qualidade de vida de um segmento populacional.

Referências Bibliográficas


ASHLEY, Patrícia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. São Paulo: Editora Saraiva, 2002.

COBRA, Marcos. Marketing essencial. São Paulo: Atlas, 1986.

DUARTE, Gleuso Damasceno; DIAS, José Maria A. M. Responsabilidade social: a empresa hoje. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1985.

ROMERO, Rubens Ramon. O Novo Vendedor? . Um Homem de Marketing. 1ª. ed. São Paulo, SP: Editora Clube dos Autores, 2012.


KOTLER, Phillip; KELLER, Kevin Lane. Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing. 12ª edição. São Paulo: Editora Pearson Prenlice Hall. 2002.

KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios do Marketing. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1998.

MATOS, F. G., Chiavenato. I. Visão e ação estratégica. São Paulo: Editora Makron Books, 2009.

MATOS, Gustavo Gomes. Comunicação Empresarial – Sem Complicação. 2ª. ed. Barueri: Manole, 2009.


MATOS, H. Comunicação pública, esfera pública e capital social. In: DUARTE. J. Comunicação Pública: Estado, Mercado, Sociedade e Interesse Público. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009, p. 34 - 46.